27/06/2017

Resenha: Deuses do Olimpo

Livro: Deuses do Olimpo
Autora: Dad Squarisi
Editora: Geração Editorial
ISBN: 9788581301259
Ano: 2014
Páginas: 52
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Sinopse:

No monte Olimpo, a mais alta montanha da Grécia, moram os deuses! Lindíssimos e imortais, eles governam o mundo e decidem o destino dos homens. Zeus é o deus supremo, dono do raio; Atena, é a deusa da sabedoria; Hermes, o deus da comunicação... Eles e outros poderosos da família participam das guerras e fofocas humanas, ora lançam maldições, ora presenteiam com a fortuna, definem as estações do ano, espalham o amor, mas também a discórdia no mundo antigo. É um agito que só vendo! Mas como surgiram esses deuses? Houve um antes? Explore o universo mágico da Grécia Antiga e conheça as histórias dos personagens mais famosos da mitologia!

Resenha:

Na parte mais alta da montanha mais grandiosa da Grécia, os imortais residem. Se não são imortais como deuses, imortais na memória, na literatura, na filosofia, na psicologia. Quem não conhece Zeus, Hermes e Afrodite? Quem nunca pelo menos ouviu falar do mito de Édipo? Hércules? Conhecidíssimo. E se esse mundo divino para alguns e mitológico para outros é tão espetacular, por que não apresentá-lo às nossas crianças?

26/06/2017

Quotes #08

Marcas da Guerra (resenha) foi um livro que eu adorei porque abordou de uma forma bem interessante as questões políticas e sociais do universo Star Wars, o que deixa toda a trama iniciada nos filmes mais interessante. Por isso, trouxe alguns quotes do livro para que você fique com aquela vontade de quero mais.
Vamos conferir?

“O Twi’lek empina o queixo. Medo brilha em seu olhar, mas outra coisa também; algo que Sinjir já viu naqueles que ele atormentou e torturou, naqueles que acham que não vão ceder: coragem. Coragem. Que coisa idiota” (p. 48).

25/06/2017

Desbravando Poesias: Mario Quintana


Existe um Quintana para cada leitor. Os mais exigentes podem embebedar-se nos poemas mais densos; os que preferem algo rápido encontram abrigo nos versos curtos. Independente do seu estilo, há uma poesia para você. Sirva-se à vontade.

24/06/2017

Lançamento: Editora Contexto

A Contexto está com um lançamento que trata de um assunto muito atual. Vamos conferir?

Tolerância – Roger-Pol Droit – Em pleno século XXI, ainda existe preconceito e intolerância contra negros, mulheres, homossexuais, imigrantes, migrantes, idosos e, também, contra aqueles com convicções políticas e práticas religiosas diferentes das nossas.
Muitos ainda confundem tolerar uma opinião contrária à sua com concordar com ela ou abrir mão de seus princípios. Este livro mostra que tolerância não significa fraqueza, e muito menos aceitar e relativizar a violência, o racismo, a homofobia... Obra indispensável para quem deseja um mundo mais tolerante e, portanto, melhor para se viver e conviver. Compre: Contexto | Amazon


23/06/2017

Resenha: Cada Homem é uma Raça

Título: Cada Homem é uma Raça
Autor: Mia Couto
Editora: Companhia das Letras
ISBN: 9788535928525
Ano: 2017
Páginas: 200
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Sinopse:

Mia Couto é um escritor sobretudo generoso. Neste livro que reúne onze contos, publicado originalmente em 1990, ele prova isso mais uma vez. Os indivíduos são sempre objeto de fascínio e a descrição de suas vidas jamais traz qualquer julgamento. Com sua escrita poética inconfundível, que resulta num português com a melodia das línguas africanas, ele apresenta um rico universo de vivências de figuras moçambicanas. Se no conto “A Rosa Caramela” acompanhamos os dissabores de uma mulher corcunda que enlouqueceu depois de ter sido abandonada ao pé do altar, em “A princesa russa” a situação é de uma estrangeira que se vê num país desconhecido e com um marido hostil, e se alia a um de seus empregados nativos para sobreviver. “A lenda da noiva e do forasteiro” e “O embondeiro que sonhava pássaros” são exemplos dos contos mágicos e exuberantes de Mia, ao passo que “O apocalipse privado do tio Geguê” e “Os mastros de Paralém” têm um cunho político mais claro.

Resenha:

Mia Couto é um poeta da prosa, um poeta de causos, de lapsos, de mundos e raças; no plural, pois cada homem é um mundo e também uma raça. Cada homem é um emaranhado de sentimentos e desejos, de vontades ardentes e desilusões. Não importa em qual parte de Moçambique, cada homem e mulher se arrasta com o peso de um mundo de esperanças nas costas; às vezes, um mundo de sofrimento também.

21/06/2017

Resenha: Homens sem mulheres

Título: Homens sem mulheres
Autor: Haruki Murakami
Editora: Alfaguara
ISBN: 9788579624384
Ano: 2015
Páginas: 240
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Sinopse:

Murakami é um autor capaz de criar universos próprios, que se desdobram em romances de fôlego e personagens cativantes. Mas ele é também um excelente contista, e sua produção mais recente está reunida neste volume: sete histórias que tratam de relações amorosas e trazem o estilo único do autor.
São contos sobre o isolamento e a solidão que permeiam as relações amorosas: homens que perderam uma mulher depois de um relacionamento marcado por mal-entendidos. No entanto, as verdadeiras protagonistas destas histórias — cheias de referências à música, a Kafka, às Mil e uma noites e, no caso do título, a Hemingway — são as mulheres, que misteriosamente invadem a vida dos homens e desaparecem, deixando uma marca inesquecível na vida daqueles que amam.

Resenha:

Sempre tive curiosidade em conhecer a escrita de Haruki Murakami, porém, não sabia por onde começar. Após ler algumas resenhas e sinopses, além de críticas especializadas, decidi-me por Homens sem mulheres. O motivo da escolha foi simples: se o autor me encantasse em contos, certamente também o faria nos romances. Afinal, um bom conto é muito mais difícil de construir do que um bom romance. Após terminar a leitura do exemplar, o saldo é extremamente positivo: Murakami venceu todas as minhas resistências e ganhou-me com sua narrativa única.

20/06/2017

Resenha: Insana

Título: Insana
Autora: Susannah Cahalan
ISBN: 9788581741550
Editora: Belas-Letras
Ano: 2015
Páginas: 300
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Sinopse:

Insana - Uma jovem jornalista com uma carreira promissora em Nova York se vê aprisionada em sua própria insanidade com uma doença que nenhum médico consegue diagnosticar. A rotina no jornal onde ela trabalha é substituída por inexplicáveis alucinações, surtos e ataques de paranoia - os mesmos sinais atribuídos a casos de possessão. Poderia se tratar de um episódio de House, mas é a história de Susannah Cahalan, que escreve o período de terror em que se transforma em desconhecida para si mesma e seus familiares. Sem poder contar com a memória para escrever sua reportagem mais difícil, Susannah recorre aos próprios rascunhos do período em que esteve doente, além de relatos de médicos, familiares, namorado e documentos para construir um drama psicológico sobre os caminhos misteriosos e assustadores do nosso próprio cérebro.

Resenha:

Susannah tem uma vida normal, um bom namorado e uma carreira promissora como jornalista no New York Post. Porém, uma infestação de percevejos começa a inquietar a autora/protagonista. Seria ali que começou a sua loucura? Nem ela sabe dizer. Porém, de um dia para o outro, ela ficou paranoica imaginando percevejos em todos os lugares. E, daí em diante, tudo piorou.

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